Há um espaço que não se preenche,
um eco que insiste em voltar.
O silêncio pesa como pedra,
e a ausência se torna lar.
Dentro de mim,
há corredores sem portas,
janelas fechadas,
um vento que não cessa.
E mesmo quando o mundo grita,
eu só escuto o vazio.
Um canto sem voz,
um tempo suspenso.